Não te mando flores, um retrato meretricio e suas mazelas...
Quanto custa esse seu corpo?
Não vou te beijar na boca
Eu não quero a divida de quem ouviu
Sobre homens que te espancam
Confidencias só me cansam
Bota Cuba Libre no teu corpo
Tire logo a sua roupa e entre suas coxas me abrigo
Uma hora sem um pio
Pago Cem e vou embora
Sem adeus eu fecho a porta
Faz de conta que vc nunca me viu
E amanha não mando flores
Anonimo
Poeta e boemio Paraibano de joão Pessoa contando em verso livre de censura a dura tristeza de uma prostituta e a dura realidade de quem a procura, de coração vazio se encontra a assolação da prostituição no nordete brasileiro, onde muitos estrangeiro vão fazer seu turismo.


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